O paradigma da autocura emocional

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Texto por Gastão Ribeiro

Quando o corpo sofre um corte no dedo, isto provoca uma ferida, em alguns dias ela estará cicatrizada, e logo nunca saberemos mais onde foi o corte. No cérebro emocional, temos os mesmos tipos de mecanismos de adaptação, uma espécie de auto cura emocional, que podem ser aprendidos por métodos naturais. Os métodos naturais de tratamento utilizam estes processos naturais de cura.

Todos os organismos procuram manter saúde e equilíbrio. Quando o sistema está funcionando de forma eficaz, a tendência natural do organismo é que as emoções intensas cresçam e então se dissolvam, restabelecendo a calma e o equilíbrio. Porém, às vezes, a emoção estressante, especialmente a traumática, persiste.
Emoções persistentes consomem a energia que poderíamos usar para ficar bem e desfrutar a vida. Padrões de resposta automática tornam-se fechados dentro da mente e do corpo. Eles se mantêm andando em círculos incessantes, aparentemente sem escapatória. Sempre com a mesma mensagem, sempre eliciando a mesma reação.

A premissa destas novas terapias é que estas cadeias emocionais ficam encravadas no sistema de energia mente-corpo e neurofisiologicamente amarradas em memórias subcorticais. Quando a experiência é ativada através de um gatilho, um sinal ou um som de alguma coisa remanescente destas memórias subcorticais acionam o retorno da experiência, com todas as emoções desagradáveis e perturbadoras e com as sensações fisiológicas associadas a ela.

Esta energia desequilibrada é fonte de estresse e as novas terapias funcionam
desbloqueando as reações emocionais travadas promovendo que a fluxo de
energia seja restaurado e o corpo retorne ao seu estado natural de equilíbrio
físico e emocional. Isto é aciona os poderes de auto cura do corpo.

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